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segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Mandriva 2011 chegou

Após varias versões betas e duas RC's, finalmente chegou a nova versão do mandriva chamada de 2011.0, nessa versão varias mudanças internas foram feitas, tais como :

  1. Mudança para o uso do rpm5
  2. kernel 2.6.38
  3. clementine como tocador padrão de MP3
  4. shotwell
  5. pitivi 
  6. network manager
  7. integração do MCC para o Centro de Controle do KDE
entre outras varias modificações e atualizações, porem a modificação mais visivel é da utilização de uma versão do KDE desenvolvido pela equipe do ROSA Desktop (feito pelo pessoal da Russia), tornando a distribuição mais amigável e customizável possivel.

Outra mudança significativa foi a forma de instalação do Mandriva, que antes usava duas versões uma em CD (Live CD) que vinha com pacotes proprietários e uma outra em DVD, com 4.4 GB de pacotes, nessa versão é usada a opção de Live CD, porem usando um DVD para isso e com os pacotes proprietários. Nesse caso o DVD tem o tamanho de 1.7 GB, ficando para o final da instalação a colocação dos outros aplicativos que serão baixados pela Internet.

Para aqueles que precisam de instalar a versão do kernel 3.0 tem um pacote não oficial com essa versão.

acessem para mais informações www.mandriva.com.br, e selecione o download dessa nova versão, que realmente tem varias mudanças significativas das versões anteriores do Mandriva.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

A MELHOR DISTRIBUIÇÃO USANDO O KDE

Esse é o objetivo do pessoal da distribuição Mandriva, na sua versão 2011, tem como caracteristicas (igualmente no que acontece com o ubuntu) uma modificação geral diferente da versão original do ambiente de Desktop KDE (o ubuntu usa o gnome modificado). Tenho testado essa versão (que atualmente esta na RC2) e esta simplesmente maquinifica, com diversas mudanças em relação ao versão anterior, começando pelo SIMPLE WELCOME, que traz entre outros destaques a utilização do menu em toda tela separadas por objetivos, igualmente como existia na versão anterior ao utilizar a opção KICKOFF, mas agora na toda janela aberta. Como sempre cheio de recursos, como arrastar e soltar do menu para o desktop, previsualização (não ativa por padrão) no dolphin, o thunderbird como cliente de e-mail padrão (antes usada o kmail), integração do MCC (Mandriva Control Center) ao Centro de Controle do KDE, uso do network-manager sendo aqui o ponto que deixou mais a desejar em relação a versão anterior, o mandriva tinha um aplicativo ( e somente ela ) chamado MANDI que tinha um firewall interativo, mostrando em tempo real a tentativa de acesso a um porta monitorada, que nessa versão ainda não esta disponivel como na versão anterior, vamos ver na proxima segunda-feira (29/08/2011) data prevista para a saída da versão final.

ate a proxima.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Libre office

Na instalação final do libre office, na versão 3.4.2, não tem suporte ao DicSin-br.oxt, essa extensão é quem faz o corretor ortográfico para a lingua portuguesa usada no Brasil, para fazer o download dessa extensão va ate o site www.broffice.org e procure a corretor ortográfico, depois va ate o menu FERRAMENTAS. e GERENCIADOR DE EXTENSÃO, em seguida clique em ADICIONAR e adicione esse extensão, nao precisa re-inicar o libreoffice a extensão já estará disponivel para uso, faça um teste coloque no texto a frase " os menino" e o gerenciador agirá informando que a frase ta errada.

Kernel 3.0

Já foi lançado a nova versão do kernel do Linux, chamada de 3.0, o que muda nessa versão? Segundo o Linus Torwalds "ABSOLUTAMENTE NADA", o estranho é o motivo dessa mudança, segundo minhas pesquisas, é devido a dificuldade "comercial' do numero tão alto, já que a versao do kernel esta em .39, a nova versão será continuidade da versão .39, para nao ir para a versão .40. No site www.kernel.org tem a versão estável ( ate o momento dessa escrita ) 3.0.3.

sábado, 6 de agosto de 2011

Firebird e Linux

Um dos banco de dados mais utilizados para Linux, é um fork do banco de dados da antiga empresa Borland do banco de dados chamado Interbase, que em meados do ano 2000 o codigo fonte desse banco foi liberado e a comunidade passou a fazer mudanças e ajustes para o melhorar o desempenho e adcionar funções. Após várias mudanças no código fonte, foram liberadas versões para diversas plataformas e o  Linux esta entre elas. O pessoal do Firebird sempre manteve versões para computadores de 32 bits e com a chegada da arquitetura 64 bits, tambem foi portabilizado para essa arquitetura. Ao contrário do que acontece com a versão para o sistema operacional Windows, o firebird para o Linux não tem uma sua senha "PADRÃO" ,a "masterkey". Sendo gerada uma senha aleatória e essa senha fica guardada dentro de um arquivo que esta dentro da pasta /opt/firebird.

Dentro dessa pasta existe diversos arquivos, e um deles é o nosso alvo o arquivo SYSDBA.password, onde contém a senha inicial da instalação do Firebird.


Esse arquivo é protegido para que apenas o usuario administrador (root por exemplo, ou usado pelo sudo (Ubuntu)) tenha acesso ao seu conteúdo.

cat /opt/firebird/SYSDBA.password

Surgirá algo parecido com o conteudo abaixo :

# Firebird generated password for user SYSDBA is:

ISC_USER=sysdba
ISC_PASSWD=ZS3yyVAP

# generated on desenvolvimento.sistecinformatica at time Sáb Ago  6 11:28:09 BRT 2011

# Your password can be changed to a more suitable one using the
# /opt/firebird/bin/gsec utility.

na opção ISC_PASSWD, esta localizada a senha gerada pela instalação, se for necessário fazer a mudança da senha do firebird, o proprio servidor tem um script que fará essa tarefa.

/opt/firebird/changeDBApassword.sh

será solicitado a senha atual e depois a nova senha, essa nova senha não será escrita dentro do arquivo /opt/firebird/SYSDBA.password e sim dentro do arquivo security2.fdb, criptografada.

Se você usar a versão conhecida como CS (Classic Server) deverá instalar tambem o xinetd e iniciar esse serviço, ja que a versão CS coloca uma entrada dentro da pasta /etc/xinetd.d, se você usar a versão SS (SuperServer) poderá inicia-lo diretamente da pasta /etc/init.d/, com o nome do script chamado firebird.

ate a próxima.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Instalando pacotes com o RPM e DPKG


Um sistema Linux uma das suas melhores características, é a sua capacidade de termos aplicativos, códigos fontes, bibliotecas, jogos e outra gama de dados relacionados com o sistema operacional estando em diversos sites conhecidos como mirror de REPOSITORIOS, esses repositórios tem guardados diversos arquivos, esses aplicativos são testados pelas empresas mantedoras da sua distribuição favorita. E quando baixamos um arquivo que não esta na distro ? como fazer ? Esse é o nosso objetivo é mostrar como fazer isso usando o modo texto do Linux, no ambiente gráfico é bem mas simples, porém não existe um único e cada distro escolhe o seu aplicativo.


O que devemos lembrar é que num sistema Linux, os pacotes (como é conhecido os arquivos que fazem a instalação sem compilação) tem uma característica única, eles tem a ideia de trabalhar com algo conhecido como dependência, ou seja, a dependência é a forma com que o arquivo baixado tenha informações da necessidade de ter outros pacotes instalados para ele funcionar, por exemplo, você precisa instalar o aplicativo SKYPE, ele é um aplicativo que funciona em conjunto com o ambiente gráfico, porem o pacote SKYPE não traz consigo as bibliotecas que habilitam o ambiente gráfico, ele apenas tem a informação da necessidade de ter o ambiente gráfico previamente instalado e informando na sua instalação da sua necessidade, impedindo assim a sua instalação. Os pacotes necessários poderão ter dependências e precisam ser instaladas.


Usando distro baseada em RPM.


O comando RPM (RedHat Package Manager) é um aplicativo que faz a instalação desses aplicativos que não estão dentro de nenhum repositório, para isso devemos informa-lo diretamente no prompt do terminal. Abaixo temos a sua sintaxe mais simples.


rpm opções arquivo.rpm [outras opções]
onde, opções são :
-i ou --install → informa ao comando rpm que fará a instalação de um pacote
-U ou --upgrade → informa ao comando que fará a atualização de um pacote, caso ele já esteja instalado, porem ele fará a instalação caso não esteja instalado.
-F ou --freshen → informa ao comando que fará a atualização de um pacote, somente se estiver instalado não instalando caso não esteja instalado.
-e ou --erase → removerá os arquivos do pacotes que foram instalados pelo pacote original.
Essas opções determinam o que será feita pelo comando, é conhecido como comando de primeiro estágio.


Exemplos :


rpm -i pacote.rpm
rpm -e pacote
rpm -F pacote.rpm
rpm -U pacote.rpm
Quando fazemos a instalação de diversos pacotes, e usando o formato acima, o cursor ficará somente “piscando” na tela, não passando informações sobre o progresso da informação, dai podemos usar outros comandos para mostrar essa progressão.
-h → mostra um hash marks, ou seja, mostrará o caractere “#”, até o final da instalação/atualização do pacote
-v → mostra o nome do pacote que esta sendo trabalhado no momento.


rpm -ivh pacote.rpm
rpm -Uvh *rpm


Usando distro baseada em DEB.


Para as distribuições baseadas em debian, o seu uso e bem similar.


Neste caso usamos o aplicativo chamado de dpkg .
dpkg opções pacote.deb


-i ou --install → faz a instalação do pacote
-r ou --remove→ remove os arquivos instalados, mas mantendo os arquivos de configuração
-p ou --purge→ remove os arquivos instalados, incluindo os arquivos de configuração


Exemplos:


dpkg -i pacote.deb
dpkg -r pacote
dpkg -p pacote


Claro que existem mais outras opções tanto para RPM quando DPKG, use o manual dessas aplicações para mais detalhes.


man rpm
man dpkg


sábado, 23 de abril de 2011

Autenticação

Quando fazemos uma autenticação no sistema Linux, essa autenticação é guardada dentro do arquivo /var/log/auth.log. Nesse arquivo informa tambem tentativas bem executadas como as falhas. Agora se um usuario mal intecionado fica tentando se conectar, ou passar, a senha do root, podemos criar uma rotina que fique monitorando esse arquivo e que um e-mail seja enviado ao administrador, ainda podemos usar o agendador de tarefas para esse fim (o cron) já que ele fica "rodando" a cada minuto. O conteudo abaixo fica fazendo o trabalho, dentro do cron de preferência.

cat /var/log/auth.log | grep -i root | mail -s "Autenticacao do root " alexandre@meudominio.com.br

caso queira que seja imediatista modifique o arquivo /root/.bashrc (redhat e familia) ou /root/.bash_bashrc (debian e familia) com o conteudo abaixo no final do arquivo

tail /var/log/auth.log | mail -s "Autenticacao do root " alexandre@meudominio.com.br

No exemplo acima toda vez que um usuário se conecte ou torne-se o usuario root será enviado as 10 ultimas linhas do arquivo auth.log, ja que ele mostra varias informações sobre a conexão.



ate a proxima